Receita: Risoto de Cenoura e Alho-Poró

Oi, pessoal, tudo bem?

No último dia 30 foi meu aniversário e eu fiz um jantarzinho para o namorado e eu. Adoooro cozinhar!

Tirei uma foto rápida e mostrei lá no Instagram do blog:

O cardápio teve massa folhada recheada com salmão, coalhada síria, alho-poró ao mel e mussarela fresca e, para acompanhar, um risoto de cenoura com alho-poró.

Como a receita é um pouco longa, eu acabei não colocando no Instagram porque vira uma bagunça por lá. Não dá para listar as coisas direitinho, acaba ficando tudo em texto corrido… acho bagunçado.

Assim, vou colocar a receita do risoto aqui. 🙂

Primeiro, quero avisar que a “receita base” desse risoto é uma receita da fofíssima Rita Lobo, do programa Cozinha Prática do GNT. Você confere a receita original lá no site da GNT: http://gnt.globo.com/receitas/receitas/risoto-de-alho-poro-com-raspas-de-limao.htm.

Eu já fiz essa receita quase do mesmo jeito que ela manda (eu não gosto de cravo, então retirei, e sou alérgica ao limão taiti, então usei limão siciliano) e ficou maravilhosa, mesmo com as adaptações, mas eu queria fazer em menor quantidade e eu tinha esquecido de comprar limão.

O alho-poró, eu tinha achado apenas um no mercado, e usei o talo para fazer o recheio da massa folhada. Assim, sobraram as folhas, que eu usei no risoto.

Então… vamos lá:

Risoto de Alho-Poró e Cenoura
(Adaptação da receita da Rita Lobo)

Ingredientes (para duas pessoas):

  • 1 cenoura média ralada no ralo grosso
  • 1 alho-poró (usei somente as folhas) picado
  • 1 xícara (chá) de arroz arbóreo
  • 1 xícara (chá) de vinho branco seco
  • 3 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • sal a gosto
  • 3 a 4 xícaras (chá) de água fervente
  • 1 xícara (chá) de parmesão ralado
  • se você gostar, use cravo da índia em pó e louro para um sabor extra

Modo de fazer:

Antes de começar coloque, em uma panela à parte, de 3 a 4 xícaras (chá) de água para ferver. Essa água será usada no cozimento do arroz e é preciso que ela esteja fervente.

Em outra panela, coloque 2 colheres (sopa) de manteiga, 1 colher (sopa) de azeite e o dente de alho amassado para refogar.

Acrescente a cenoura ralada e as folhas do alho-poró picadas. Eu fatiei em fatias não muito uniformes, às vezes mais largas, outras mais fininhas, para que ficassem uns pedaços inteiros após o cozimento. Vai do gosto de cada um.

Acrescente um pouquinho de sal e refogue novamente até que a cenoura e o alho-poró dêem uma murchada. Se achar necessário, acrescente um pouco mais de azeite.

Coloque o arroz arbóreo e, mais uma vez, refogue, até que a gordura do azeite e da manteiga envolva bem os grãos. Acrescente mais um pouquinho de sal.

Adicione 1 xícara (chá) de vinho branco e vá mexendo até que o álcool evapore. Se optar por usar o louro e o cravo em pó, é nessa etapa que eles vão para a panela.

Depois que o álcool do vinho tiver evaporado, vá adicionando a água fervente aos poucos, mexendo sempre. Adicione uma concha da água, mexa até que praticamente toda a água seque. Adicione mais uma concha, mexa novamente até quase secar e assim por diante. Não existe uma medida ‘ideal’ de água. É preciso ir experimentando o risoto algumas vezes para saber quando é hora de parar de acrescentar água e desligar o fogo.

Por ‘padrão’, a cada xícara de arroz utiliza-se 3 xícaras de água. Lembre-se que, após desligar o fogo, o arroz ainda vai cozinhar no próprio calor durante alguns minutos. Então, se você não quiser que seu risoto fique muito “papado”, pare de acrescentar água e desligue o fogo enquanto os grãos ainda estiverem ‘al dente’.

Após desligar o fogo, acrescente a última colher (sopa) de manteiga e uma xícara de parmesão ralado. Mexa para misturar bem e derreter o queijo e sirva em seguida.

Se achar necessário, corrija o sal. Eu particularmente não gosto de comida com muito sal mas o paladar é algo muito particular. Às vezes eu acho que algo ficou ‘puro sal’ e meu namorado diz que eu estou doida mas ele é mais tolerante ao sal do que eu. Tomem cuidado também com o parmesão que vocês forem usar. Alguns são bem salgados. Se for o caso do parmesão que você gosta e costuma usar, nem adicione sal nos refogados no início da receita. Eu gosto muito do La Sereníssima. Na minha opinião (de leiga, não sou chef, apenas gosto de cozinhar – e de comer), é um queijo bem equilibrado de sal e acidez.

E prontinho!

Não é difícil mas com um pouco de prática fica melhor.

Raramente alguém acerta o ponto do arroz do risoto de primeira mas quanto mais vezes você preparar um risoto (não importa de quê), menor a probabilidade de errar novamente. 😉

Na minha opinião, para a gente que não está participando de nenhum Master Chef da vida, lembre-se que é melhor errar para mais (o arroz ficar meio ‘papado’) do que para menos (arroz cru). Dá para comer um arroz papado se ele estiver saboroso mas não dá para comer arroz cru, principalmente o arbóreo. 😉

Qualquer dúvida, podem deixar os comentários de vocês.

Beijocas!

Fabi.

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: